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Você sabe como funciona o processamento de produtos de assistência ventilatória?

É inegável que a esterilização de materiais hospitalares é fundamental. Mas você sabia que cada produto tem seus procedimentos? O processamento de produtos de assistência respiratória é um dos processos que requer cuidados especiais.

 

No momento em que passamos por uma pandemia relacionada ao coronavírus (Covid-19), a disponibilidade de produtos de assistência respiratória se torna ainda mais essencial. Isso porque a doença provoca infecção respiratória, podendo, em alguns casos mais graves, levar à necessidade de internação e um suporte ventilatório.

 

Como ainda não temos uma vacina disponível, é esperado o aumento do número de casos e, consequentemente, de pacientes que necessitarão de cuidados especiais. Com isso, os produtos de assistência ventilatória são mais demandados em sua função de salvar vidas.

 

Pelo fato de serem materiais termossensíveis e que têm grande impacto na saúde humana, é importante ter uma atenção especial a eles. Saber como lidar com esses produtos é um dos grandes desafios de profissionais e de gestores hospitalares.

O que são produtos de assistência ventilatória?

 

Todos os produtos de assistência ventilatória são identificados pela classificação de Spaulding e RDC 15 como produtos semicríticos, pois entram em contato com as mucosas ou pele não íntegra.

 

Produtos ou equipamentos de assistência respiratória semicríticos

 

Produtos ou equipamentos para a saúde que entram em contato com mucosas íntegras colonizadas e exigem, no mínimo, uma desinfecção de alto nível. Os nebulizadores, os umidificadores, os inaladores e os circuitos respiratórios são exemplos desses tipos de produtos ou equipamentos para a saúde.

 

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Qual é o melhor método para o processamento de produtos de assistência respiratória?

 

Existem muitos métodos para realizar o processamento de produtos de assistência respiratória, mas, ainda assim, pela particularidade do tipo de material, a esterilização por óxido de etileno se destaca.

 

Esse tipo de esterilização é considerado um dos mais eficientes quando falamos da preservação do material esterilizado. É indicado principalmente para aqueles materiais que não podem ser expostos a calor ou a agentes líquidos. Desse modo, não existe forma melhor para processar materiais respiratórios.

 

Vale destacar que esse procedimento não é algo simples. Ele envolve riscos e diversos processos minuciosos, que devem ser seguidos para que a esterilização ocorra corretamente.

 

Lida com esses materiais e está em busca de um parceiro para realizar o processamento de produtos de assistência respiratória? Fale com um especialista e peça uma proposta personalizada. Você pode reduzir seus gastos e oferecer ainda mais segurança em seus procedimentos. A esterilização pode salvar vidas!